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No próximo dia 20 de dezembro de 2024, o Anfiteatro Milton Faller, localizado no NCE/CCMN da UFRJ, será palco do I Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Educação, Gestão e Difusão em Biociências (MP-EGeD). O evento, que começa às 10h, reúne docentes, discentes, técnicos e egressos do programa para promover reflexões e debates sobre sua trajetória e perspectivas futuras.
O Simpósio faz parte do processo de autoavaliação do MP-EGeD e contará com palestras e painéis de discussão conduzidos por renomados professores e especialistas. O objetivo é compartilhar experiências, discutir o planejamento estratégico do programa e fortalecer os laços com seus egressos, promovendo um olhar crítico e construtivo sobre os Mestrados Profissionais na área de Biociências.
Confira a programação completa e aproveite para se envolver nos debates que ajudarão a moldar o futuro do MP-EGeD.
Manhã
• 10h: Abertura (10 min)
• 10h15: Um panorama sobre o Mestrado Profissional em Educação, Gestão e Difusão em Biociências - De onde viemos
• Profa. Denise Lannes (20 min apresentação + 10 min discussão)
• 10h45: Onde estamos e para onde vamos: planejamento estratégico
• Profa. Sonia Vasconcelos e Profa. Isabela Ramos (30 min apresentação + 30 min discussão)
• 11h45 - 12h15: Uma perspectiva dos convidados (MPs UFRJ)
• 12h15 - 14h: Intervalo
Tarde
• 14h - 14h30: Os Mestrados Profissionais na área CBII da CAPES
• Profa. Debora Foguel (20 min apresentação + 10 min discussão)
• 14h30 - 16h30: Painel de Egressos MP-EGeD
• Coordenação: Prof. Danilo Oliveira
• Colaborador: Prof. Hatisaburo Masuda
• 16h30: Encerramento
• Coordenação: Prof. Hatisaburo Masuda
A professora aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Martha Meriwether Sorenson, do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis (IBqM), recebeu, na quarta-feira, 18/12, a Medalha Minerva do Mérito Acadêmico por seu papel fundamental no ensino, pesquisa e extensão da Universidade. A pesquisadora tem atuação destacada na internacionalização da ciência produzida na UFRJ, além de ser uma defensora ferrenha da ética e da integridade na pesquisa científica.
Instituída em 2011, a Medalha Minerva do Mérito Acadêmico é concedida às professoras e aos professores da UFRJ e de outras instituições que tenham se destacado por seu empenho e pela relevância do seu trabalho de ensino, pesquisa e extensão.
Saiba mais AQUI!
Fonte: UFRJ
Prezados candidatos,
Devido à operação policial que está ocorrendo na data de hoje (09/12) na comunidade da Maré, a prova da etapa 1 do processo seletivo para o Mestrado Profissional-PPG MP-EGeD será adiada para o dia 10/12 às 13:00 no mesmo local (Auditório Leopoldo de Meis) e a prova da etapa 2 será no dia 11/12 às 13:00 na sala grande do Instituto do IBqM (CCS - subsolo Bloco D).
Esta medida visa preservar a integridade física dos candidatos e minimizar a possibilidade de impedimentos para a execução da etapa 1 no dia de hoje.
Um público emocionado compareceu ao Salão Leopoldo Miguez, para homenagear um ícone da música brasileira, Gilberto Gil, que recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na noite de terça-feira, 10/12. Acompanhado da família e de amigos, o músico agradeceu a honraria.
A iniciativa para a concessão do título a Gilberto Gil partiu da Escola de Música e foi aprovada tanto pela congregação da unidade quanto pelo conselho do Centro de Letras e Artes (CLA) e pelo Conselho Universitário (Consuni), onde a aprovação se deu por unanimidade e aclamação.
“Gilberto Gil é um mediador sensível entre esferas do saber que coabitam o cosmos, incitando o mundo sensível a um movimento infinito, em que se misturam, para o bem e para o mal, expectativas, sortilégios, infortúnios e paradoxos. Assim reconhecemos o papel desse artista superlativo”, destacou o professor de etnomusicologia da UFRJ Samuel Mello Araújo Júnior na saudação ao homenageado. “Sua música, muitas vezes, discorre sobre temas sociais e políticos, em sintonia com seu comportamento pessoal e sua militância em importantes momentos da história política brasileira”, lembrou o docente.
Ao conferir a honraria a Gil, o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, defendeu o papel da Universidade na produção e difusão cultural. “Esta casa já ofereceu diversos títulos honoris causa: a prêmios Nobel, a grandes políticos e estadistas, bem como a compositores e poetas. A Charles de Gaulle, mas também a Carlos Drummond de Andrade e Augusto Boal, pois aqui fazemos ciência e também difundimos cultura. E não há desenvolvimento social pleno se não valorizarmos a cultura”, disse.
Na homenagem, o reitor lembrou o papel de líder desempenhado pelo músico. “Gilberto Gil é essa pessoa que nos inspira, que nos move, que traz a pulsão de vida, mostrando a importância da poesia, da música, da luta por um país mais justo, mais solidário, mais igualitário, mais saudável e mais sustentável”, afirmou Medronho, lembrando ainda a atuação política de Gil. “A sua trajetória como ministro da Cultura é uma marca indelével desse homem que sabe fazer a coisa certa, que sempre esteve do lado certo da História, mesmo sendo perseguido por isso”, completou.
A vice-reitora da UFRJ, Cássia Turci, destacou também da família construída por Gil, composta em grande parte por artistas e personalidades importantes para a cultura nacional, como suas filhas, Preta e Bela, e seu filho José e netos Francisco e João que compõem o trio Gilsons.
Também prestaram homenagens ao artista o decano do Centro de Letras e Artes (CLA), Afrânio Gonçalves Barbosa, que, criado no bairro do Realengo, no subúrbio do Rio de Janeiro, relembrou a relação afetiva da localidade com o músico, eternizada na canção Aquele Abraço, e o diretor da Escola de Música, Ronal Silveira, que destacou que passou a conhecer melhor o repertório de Gil em viagens de carro com a filha, demonstrando não apenas a capacidade gregária da música de Gilberto Gil, como sua capacidade de atravessar e afetar diferentes gerações de brasileiros.
Representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Mário Prata também homenagearam Gil, destacando seu papel como referência na luta política por um país mais justo e democrático e comparando o contexto dos anos 1960, quando o músico estreou nacionalmente, com os desafios e ameaças à democracia contemporânea.
Interpretaram canções do repertório de Gilberto Gil músicos da UFRJ de várias gerações: do projeto de extensão/musicalização infantojuvenil da Escola de Música, do projeto de Extensão TriloGils e do Grupo de Câmara da Orquestra Sinfônica da UFRJ, que completou 100 anos em 2024.
Em seu discurso, o agora doutor pela UFRJ Gilberto Gil lembrou o hábito que tem de reconhecer parceiros e companheiros criativos como doutores. “Este título, hoje a mim conferido por esta casa universitária de tão ampla e bem sucedida história e contribuição ao mundo do conhecimento e do saber, este título, hoje, ao assumi-lo, eu o tomo como assemelhado àquele tratamento dado a um amigo. Ali, eu um doutor em meio aos socráticos; hoje, eu doutor outorgado. Meu coração está pleno de agradecimentos à UFRJ”, afirmou.
Gilberto Gil, músico, compositor e ícone da cultura brasileira, possui uma trajetória marcada pela inovação artística e engajamento social. Destacando-se como um dos fundadores do movimento tropicalista. Além da carreira artística, Gil teve uma atuação política significativa, primeiro como militante político perseguido e exilado, e posteriormente exercendo diversos cargos, entre eles o de ministro da Cultura, período em que promoveu políticas de democratização cultural.
Fonte: CONEXÃO UFRJ
O edital retificado para a Seleção do Programa de Pós-Graduação do Mestrado Profissional (MP-EGeD) já está disponível!
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