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12 03 MPEGed CNPq institui Política NoticiaO Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicou uma portaria que institui a Política de Integridade na Atividade Científica, estabelecendo diretrizes, normas e boas práticas para orientar a conduta ética de pesquisadores, instituições e beneficiários de recursos da agência.

A nova política tem como objetivo fortalecer a integridade, a transparência e a responsabilidade na produção do conhecimento científico, contribuindo para a manutenção da confiança da sociedade na ciência brasileira. O documento também busca prevenir práticas inadequadas na pesquisa e incentivar uma cultura institucional baseada em princípios éticos e na boa conduta científica.

Entre os pontos destacados pela política estão a promoção de práticas responsáveis na pesquisa, o respeito à autoria e à propriedade intelectual, a correta gestão de dados científicos e a prevenção de condutas como plágio, fabricação ou falsificação de resultados.

O CNPq também reforça a importância da atuação das instituições de ensino e pesquisa na promoção de ambientes acadêmicos comprometidos com a integridade científica, incentivando a adoção de mecanismos institucionais de orientação, acompanhamento e apuração de possíveis irregularidades.

A iniciativa integra um conjunto de ações da agência voltadas ao fortalecimento da qualidade, credibilidade e responsabilidade da pesquisa científica no Brasil, alinhando-se a práticas internacionais de integridade e governança na produção de conhecimento.

Fonte: CNPq

05 03 MPEGed Banco vermelho NoticiaA Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promoverá, no dia 9 de março, a cerimônia de instalação dos Bancos Vermelhos, iniciativa internacional voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A ação integra o movimento Instituto Pelo Fim da Violência contra a Mulher – Banco Vermelho, que utiliza o espaço público como forma de provocar reflexão e mobilização social.

Com a mensagem “Mulher não é propriedade. Você não está sozinha.”, os bancos vermelhos simbolizam um chamado coletivo para o combate à violência de gênero e para a promoção de uma cultura de respeito, proteção e igualdade.

A proposta do projeto é simples e poderosa: sentar e refletir, levantar e agir. Ao ocupar espaços de convivência nos campi universitários, os bancos se tornam um convite permanente à conscientização e ao diálogo sobre um problema que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo.

Programação da cerimônia de instalação

 Centro de Ciências da Saúde (CCS)
- 11h30

 Centro de Tecnologia / CCMN (CT/CCMN)
- 12h15

 Faculdade de Letras
- 13h

 Praia Vermelha (PV)
15h

A instalação dos bancos vermelhos reforça o compromisso da universidade com a promoção dos direitos humanos, a equidade de gênero e a construção de ambientes acadêmicos mais seguros e inclusivos.

A comunidade universitária está convidada a participar deste momento simbólico de mobilização, reflexão e engajamento coletivo no enfrentamento da violência contra as mulheres.

06 02 MPEGed Comunicado ao MPEGeD NoticiaA correta aplicação da identidade visual da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é fundamental para garantir a padronização e a qualidade da comunicação institucional em sites, documentos e demais materiais oficiais.

A atualização e adequação desses materiais contribuem para a unidade visual da Universidade, fortalecem o reconhecimento da marca UFRJ e asseguram uma comunicação clara, consistente e alinhada às diretrizes institucionais.

Reforçamos a importância de que todas as produções sigam as orientações oficiais de identidade visual. As normas, manuais e materiais de apoio estão disponíveis para consulta no site institucional da UFRJ.

Para mais informações, consulte os manuais e orientações no site da UFRJ.

 

26 02 MPEGeD Polilaminina noticiaA professora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, participou na segunda-feira (23/2) do programa Roda Viva, exibido pela TV Cultura. Durante a entrevista, a pesquisadora apresentou ao público a trajetória científica da polilaminina, substância desenvolvida em laboratório da UFRJ que tem possibilitado avanços no tratamento de pessoas com lesão medular.

Chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, Tatiana utilizou a expressão “colar de pérolas” para facilitar a compreensão da descoberta. A metáfora surgiu ao observar, em laboratório, a forma como fragmentos da laminina, proteína utilizada em cultura celular se organizavam estruturalmente.

“No laboratório de pesquisa, utiliza-se a laminina comercializada em pequenas frações. Um dia, observei uma espécie de colar de pérolas se formando. Ao perceber como essas ‘pérolas’ se associavam, surgiu a pergunta: será que a pérola tem funções diferentes do colar? No laboratório, sim; no rato, sim; e como medicamento, parece que sim”, explicou a professora.

A entrevista marcou também a estreia do jornalista Ernesto Paglia como apresentador do programa e contou com perguntas de jornalistas, universitários e do público. Entre os temas abordados estiveram aspectos técnicos da pesquisa, metodologia científica, indicações clínicas, financiamento da ciência, patentes, judicialização do acesso ao tratamento e os desafios da transferência tecnológica.

Durante o programa, foi exibido o depoimento de Bruno Freitas, paciente beneficiado pelos testes com a polilaminina, reforçando o impacto social da pesquisa. A cientista destacou que as aplicações intramedulares vêm sendo realizadas por equipe devidamente treinada e ressaltou que o medicamento experimental não é comercializado.

“Os medicamentos experimentais não podem ser cobrados. Ninguém paga pela polilaminina. Ela está sendo doada e fornecida sem custos pelo laboratório Cristália”, esclareceu, alertando para possíveis tentativas de golpes envolvendo a substância.

Além da repercussão científica, Tatiana Sampaio aproveitou o espaço para defender a valorização da universidade pública e o financiamento à pesquisa. “Nunca desejei essa exposição excessiva, mas um efeito colateral benéfico é trazer para o debate público a importância da ciência, da remoção de entraves burocráticos e da valorização da pesquisa como motor do desenvolvimento nacional”, afirmou.

A entrevista completa pode ser assistida no canal oficial do programa no YouTube acessando AQUI

A participação no Roda Viva consolida a polilaminina como um dos mais promissores resultados recentes da ciência brasileira, evidenciando o papel estratégico da UFRJ na produção de conhecimento com impacto direto na saúde e na sociedade.

Fonte: Conexão UFRJ

28 01 PET Atenção Capes Noticia 374Está em andamento o prazo para o preenchimento do formulário eletrônico do Censo da Pós-graduação stricto sensu, que ocorre de 03 de dezembro de 2025 até 26 de fevereiro de 2026. A participação de docentes e discentes é fundamental para garantir a representatividade e a qualidade das informações coletadas, que impactam diretamente o planejamento e o fortalecimento dos programas de pós-graduação no país.

O Censo da Pós-graduação stricto sensu é uma iniciativa anual da CAPES, instituída pela Portaria CAPES nº 99/2024 e regulamentada pela Instrução Normativa nº 4/2025. A coleta é declaratória e reúne informações sobre os programas de pós-graduação stricto sensu em funcionamento no Brasil. Todo o processo segue rigorosamente a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD), assegurando o uso ético e responsável das informações.

O levantamento tem como objetivo subsidiar a formulação de políticas públicas, com foco em ações afirmativas, inclusão e no aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG), em consonância com o Plano Nacional de Pós-graduação (PNPG). Os dados coletados são estratégicos para o desenvolvimento e a avaliação contínua da pós-graduação brasileira.

O censo é realizado por meio de formulário eletrônico individual e obrigatório, disponível na Plataforma Sucupira. Devem responder docentes permanentes e colaboradores, pós-graduandos de mestrado e doutorado, pesquisadores em estágio pós-doutoral e coordenadores de programas de pós-graduação que possuam vínculo ativo no sistema. Cada público recebe um formulário específico, composto por perguntas de múltipla escolha e orientações claras, com tempo médio de preenchimento estimado em cerca de sete minutos.

A CAPES também disponibiliza o Relatório de Governança dos Dados do Censo da Pós-graduação stricto sensu, reforçando a transparência do processo. A iniciativa conta ainda com a participação de representantes da CAPES, do Ministério da Educação, do Foprop, da RNP e do Inep, parceiro institucional na realização do censo.

A divulgação dos resultados está prevista para 16 de novembro de 2026, conforme o cronograma estabelecido pela Portaria nº 286/2025. Em caso de dúvidas, o suporte é realizado pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Clique AQUI para conferir o cronograma completo e mais informações sobre o Censo da Pós-graduação stricto sensu.

Fonte: CAPES

 

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